> TUDO MUITO LINDO


Lidiane aninhasarmento1@hotmail.com


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Visitas

Créditos

Quando eu era criança,
meu pai comprou um dos primeiros
telefones da vizinhança.
Lembro-me bem daquele velho aparelho preto,
em forma de caixa, bem polido, afixado à parede.
O receptor brilhante pendia ao lado da caixa.

Eu ainda era muito pequeno para alcançar o telefone,
mas costumava ouvir e ver
minha mãe enquanto ela o usava,
e ficava fascinado com a cena!
Então, descobri que em algum lugar
dentro daquele maravilhoso aparelho
existia uma pessoa maravilhosa
- o nome dela era "Informação, por favor"
e não havia coisa alguma que ela não soubesse.
"Informação, por favor" poderia fornecer
o número de qualquer pessoa e até a hora certa.

Minha primeira experiência pessoal
com esse "gênio da lâmpada"
aconteceu num dia em que minha mãe
foi à casa de um vizinho.
Divertindo-me bastante mexendo nas coisas
da caixa de ferramentas no porão,
machuquei meu polegar com um martelo.

A dor foi horrível,
mas não parecia haver qualquer razão para chorar,
porque eu estava sozinho em casa
e não tinha ninguém para me consolar.
Eu comecei a andar pelo porão,
chupando meu dedão que pulsava de dor,
chegando finalmente à escada e subindo-a.
Então, lembrei-me: o telefone!

Rapidamente peguei uma cadeira na sala de visitas
e usei-a para alcançar o telefone.
Desenganchei o receptor,
segurei-o próximo ao ouvido
como via minha mãe fazer e disse:
"Informação, por favor!",
com o bocal na altura de minha cabeça.
Alguns segundos depois,
uma voz suave e bem clara falou ao meu ouvido:
"Informação."

Então, choramingando, eu disse:
"Eu machuquei o meu dedo..."
Agora que eu tinha platéia:
as lágrimas começaram a rolar sobre o meu rosto.
"Sua mãe não está em casa?", veio a pergunta.
"Ninguém está em casa a não ser eu", falei chorando.
"Você está sangrando?" Ela perguntou.
"Não." Eu respondi. "
Eu machuquei o meu dedão
com o martelo e está doendo muito!"
Então a voz suave, do outro lado falou:
"Você pode ir até a geladeira?"
Eu disse que sim.
Ela continuou, com muita calma:
"Então, pegue uma pedra de gelo
e fique segurando firme sobre o dedo."
E a coisa funcionou!

Depois do ocorrido,
eu chamava "Informação, por favor" pra qualquer coisa.
Pedia ajuda nas tarefas de Geografia da escola
e ela me dizia onde Filadélfia se localizava no mapa.
Ajudava-me nas tarefas de Matemática.
Ela me orientou sobre qual tipo de comida
eu poderia dar ao filhote de esquilo
que peguei no parque para criar
como bichinho de estimação.

Houve também o dia em que Petey,
nosso canário de estimação, morreu.
Eu chamei "Informação, por favor"
e contei-lhe a triste estória.
Ela ouviu atentamente,
então falou-me palavras de conforto
que os adultos costumam dizer
para consolar uma criança.
Mas eu estava inconsolável naquele dia
e perguntei-lhe:
"Por que é que os passarinhos
cantam de maneira tão bela,
dão tanta alegria com sua beleza
para tantas famílias
e terminam suas vidas
como um monte de penas numa gaiola?"
Ela deve ter sentido minha profunda tristeza e preocupação,
pelo fato de haver dito calmamente:

"Paul, lembre-se sempre de que existem
outros mundos onde se pode cantar!"
Não sei porquê, mas me senti bem melhor.

Numa outra ocasião,
eu estava ao telefone: "Informação, por favor".
"Informação," disse a já familiar e suave voz.
"Como se soletra a palavra consertar?" Perguntei.
Tudo isso aconteceu numa pequena cidade
da costa oeste dos Estados Unidos.

Quando eu estava com nove anos,
nos mudamos para Boston, na costa leste.
Eu senti muitas saudades de minha voz amiga!
"Informação, por favor"
pertencia àquela caixa de madeira preta
afixada na parede de nossa outra casa;
e eu nunca pensei em tentar a mesma experiência
com o novo telefone diferente que ficava sobre a mesa,
na sala de nossa nova casa.

Mesmo já na adolescência,
as lembranças daquelas conversas de infância
com aquela suave e atenciosa voz
nunca saíram de minha cabeça.
Com certa freqüência,
em momentos de dúvidas e perplexidade,
eu me lembrava daquele sentimento sereno de segurança
que me era transmitido pela voz amiga
que gastou tanto tempo com um simples menininho.

Alguns anos mais tarde,
quando eu viajava para a costa oeste
a fim de iniciar meus estudos universitários,
o avião pousou em Seattle,
região onde eu morava quando criança,
para que eu pegasse um outro e seguisse viagem.
Eu tinha cerca de meia hora
até que o outro avião decolasse.
Passei então uns 15 minutos ao telefone,
conversando com minha irmã
que na época estava morando lá.

Então, sem pensar no que estava exatamente fazendo,
eu disquei para a telefonista e disse:
"Informação, por favor".
De um modo milagroso,
eu ouvi a suave e clara voz que eu tão bem conhecia!
"Informação."
Eu não havia planejado isso,
mas ouvi a mim mesmo dizendo:
"Você poderia me dizer
como se soletra a palavra consertar?"
Houve uma longa pausa.
Então ouvi a tão suave e atenciosa voz responder:
"Espero que seu dedo já esteja bem sarado agora!"

Eu ri satisfeito e disse:
"Então, ainda é realmente você?
Eu fico pensando se você tem
a mínima idéia do quanto você significou para mim
durante todo aquele tempo de minha infância!"
Ela disse:
"E eu fico imaginando se você sabe
o quanto foram importantes para mim as suas ligações!"
E continuou:
"Eu nunca tive filhos
e ficava aguardando ansiosamente por suas ligações."
Então, eu disse pra ela que muito freqüentemente
eu pensava nela durante todos esses anos
e perguntei-lhe se poderia telefonar para ela novamente
quando eu fosse visitar minha irmã.
"Por favor, telefone sim!
É só chamar por Sally".

Três meses depois voltei a Seattle.
Uma voz diferente atendeu:
"Informação".
Eu perguntei por Sally.
"Você é um amigo?"
Ela perguntou.
"Sim, um velho amigo". Respondi.
Ela disse: "Sinto muito em dizer-lhe isto,
mas Sally esteve trabalhando só meio período
nos últimos anos porque estava adoentada.

Ela faleceu há um mês."

Antes que eu desligasse ela disse:
"Espere um pouco. Seu nome é Paul?"
"Sim". Respondi.
"Bem, Sally deixou uma mensagem para você.
Ela deixou escrita caso você ligasse.
Deixe-me ler para você."
A mensagem dizia:
"Diga pra ele que eu ainda continuo dizendo
que existem outros mundos onde podemos cantar.
Ele vai entender o que eu quero dizer".
Eu agradeci emocionado
e muito tristemente desliguei o telefone.
Sim, eu sabia muito bem o que Sally queria dizer! (autor desconhecido)

Oi gente..como vcs estão? Espero q esteja tudo bem...Aki to na maior correria, sem falar no calor q está insuportável...depois eu venho contar as novidades. Beijinhos carinhosos pra todos.

 

:: Postado por LIDIANE às 10h41
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Recebi esse texto ontem por e-mail do Lorenzo (novo amigo)...Achei tão interessante q resolvi postar aki...Espero q vcs gostem!

 

 

Definição de Amor

 

O que é amor?

 

Esta foi uma pesquisa séria feita por profissionais de educação e psicologia com grupos de crianças de 4 a 8 anos.

 

Respostas:

 

“Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos”.

                             Mathew, 6 anos.

 

“Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos dos pés. Meu avô, desde então, pinta as unhas para ela. Mesmo quando ele tem artrite”.

                             Rebecca, 8 anos.

 

“Amor é quando uma menina coloca perfume e o menino coloca loção pós-barba, e eles saem juntos e se cheiram”.

                             Karl, 5 anos.

 

“Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras”.

                             Lauren, 4 anos.

 

“Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo”.

                            Tommy, 6 anos.

 

“Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente”.

                            Billy, 4 anos.

:: Postado por LIDIANE às 22h54
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“Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela”.

                          Chrissy, 6 anos.

 

“Amor é o que está com a gente no Natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta”.                

                          Bobby, 5 anos.

 

“Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta”.

                            Nikka, 6 anos

 

“Quando você fala para alguém algo sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não continuam te amando, como agora te amam mais ainda”.

“Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. E se sentimos, então deveríamos expressa-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dize-lo”.

                      Jéssica, 8 anos.

 

“Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não”.

                     Patty, 8 anos.

 

“Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro”.

                  Mary Ann, 4 anos.

 

“Quando você ama alguém, seus olhos sobem e descem e pequenas estrelas saem de você”.

                  Karen, 7 anos.

 

“Deus poderia ter dito palavras mágicas para que seus pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor”.

                  Max, 5 anos.

 

Durante muito tempo defini amor como sendo um sentimento recíproco, que precisava da existência do amor de outro para existir, para se tornar concreto. Nem sei quantas vezes lutei para “impor” essa minha opinião. Hoje vejo o amor de forma diferente, ele “o amor” tem vida própria, só precisa ser verdadeiro, e se a outra pessoa não sentir o mesmo por mim, problema dela, eu que não vou reprimir meus sentimentos, fingir que eles não existem, seria o mesmo que enganar a mim mesma. E se eu tiver que escolher entre ser amada e não amar, prefiro amar e não ser amada. Não to fazendo teste pra “santa”, só to tentando ser feliz assim.

                  Lidiane, vinte e poucos anos..rs!

 

 

:: Postado por LIDIANE às 22h52
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